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Tasso Madeira
Onde anda você?

De parto normal na Casa de Saúde, na Francisco Vieira do Vale e sob os cuidados do Doutor Coragem, eu nasci.
Eu sou mineiro uai!!! E de Guaxupé!!!
Filho da professora Lígia Madeira de Arruda e do comerciante Tasso Ferraz de Arruda fui  condenado a ser “Tassinho” até hoje pelos amigos daquela época;  condenação que recebi com muito orgulho e carinho. Quisera eu ter herdado não só o nome mais as qualidades do meu pai.
Aos 10 anos fui morar em São Paulo, carregando comigo as boas lembranças de uma infância rica e feliz.
Lembrança das professoras do “Delfim Moreira” onde completei o primário.
Dona Candinha (Baltazar Leite), Uolanda (Stempneski) , Zoé (Teixeira) e Maria Eulália (Gurgel Pinto) foram as mestras que me ensinaram e ajudaram na minha formação.  A todas elas o meu eterno agradecimento.
Lembranças das disputas com os alunos do “Grupo Barão” quando  pelas ruas saíamos gritando: “Barão de Guaxupé”, tem chulé na ponta do pé”. Revidando, eles outros falavam : “Delfim Moreira, abre a boca e sai besteira”
Disputa mesmo era nas eleições municipais, onde famílias ficavam sem falar durante a campanha, cada uma com seus candidatos.
Era os “Ribeiro do Vale” contra os “Felipe da Silva”. A paz só se concretizava dias  depois da apuração, quando tudo voltava ao normal.
Muita saudade do Colégio dos Irmãos Maristas onde fiz o admissão ao ginásio: coisa do século passado. Lá aprendi o gosto pelo esporte, o contato com a natureza, o respeito pelo outro e muito mais... Saudades dos matines de domingo no Cine São Carlos onde o “mocinho” sempre vencia o bandido, não sem antes passar por muitos perigos. No final “mocinho” ficava com a “mocinha” e o bem sempre triunfava para alegria de todos nós.
Lembranças dos jogos da “Esportiva”, dos “gools” do Pachá e das vitórias sobre a Caldense.
No domingo, havia um programa de auditório comandado pelo José  Richardi e patrocinado pelas Lojas Brasília, “o Palácio das novidades”. Era eu quem lia os textos publicitários da patrocinadora; começava alí o meu gosto pela carreira publicitária.
Muitas saudades das brincadeiras de rua, da missa aos domingos na Catedral, dos amigos: - Tuti, Marcos, Maria Inês, Vera, Ana, Dirce, Diana, Salete, Ari, Antonio Carlos e muitos outros que a memória apagou.
Ainda criança mudei para São Paulo onde continuei os estudos. Em 1970 formei-me em Comunicações na Faap, ano em que fui trabalhar no Departamento Comercial da Rede Globo, lá ficando por 17 anos.
Na TV Globo  fui assistente, contato, supervisor e chefe de vendas e gerente comercial. No final de 1986 assumi a direção comercial da EPTV (então com duas emissoras afiliadas da Globo – Campinas e Ribeirão). Na EPTV participei da inauguração de duas novas emissoras uma em São Carlos e outra no Sul de Minas com sede em Varginha. Foi com muita alegria que a inauguração da EPTV no Sul de Minas trouxe-me Guaxupé de volta, ainda  que em visitas esporádicas.
Fui presidente da  App - Associação Profissionais Propaganda em Campinas e hoje sou um de seus diretores.
Depois de 27 anos deixei a direção comercial da EPTV  e fico como consultor por mais dois anos.
Sempre que posso dou uma “chegadinha” a Guaxupé pra matar as saudades, onde continuo com muitos amigos e boas lembranças.
Sou casado com uma conterrânea (Aldaísa Madeira, Psicóloga, tenho dois filhos: Eduardo – Advogado em São Paulo e Fábio – Jornalista em Goiás. Sou avô de um netinho lindo e esperto que ainda vai dar o que falar. Seu nome é Pedro.
Taí um pouquinho de que eu sou porque, no duro no duro, eu sou mesmo é
 
Palmeirense e mineiro de Guaxupé.
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