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Espiritualidade é fundamental no combate a dor de dente
Segundo a pesquisa, embora o efeito seja coadjuvante, a espiritualidade reduz a intensidade de dor, aumenta a motivação para tratamentos e reduz sintomas depressivos
A espiritualidade é umas das formas mais importantes para enfrentar problemas de saúde, inclusive os bucais, revelou um estudo do Departamento de Neurologia da Faculdade de Medicina da USP. Segundo a pesquisa, embora o efeito seja coadjuvante, sua prática é fundamental, pois reduz a intensidade de dor, aumenta a motivação para tratamentos e reduz sintomas depressivos. 

“Orações e meditações são capazes de alterar a produção e liberação de neurotransmissores no cérebro (ex: serotonina, encefalinas), que promovem a sensação de bem-estar e diminuem a dor, melhoram a resposta imunológica do organismo e reduzem a produção de hormônios relacionados ao estresse (ex: cortisol), o que acaba refletindo na saúde de uma forma geral”, diz Silvia Siqueira, professora associada da USP e orientadora do estudo. 

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No caso de pacientes com disfunção na articulação da mandíbula (ATM) e dor cervical, a presença da espiritualidade também mostrou resultados significativos. “Foi observado que os pacientes mais espiritualizados tinham menos dor à palpitação dos músculos, menos bruxismo, menos queixas de falta de energia e menor quantidade de doenças crônicas”, disse a especialista.  

Efeito preventivo
Segundo a orientadora, a espiritualidade tem um papel tão importante na vida do ser humano, que pode se apresentar até como prática preventiva. Como melhora a resposta imunológica, o corpo fica mais protegido contra infecções, por exemplo. E sendo o estresse um fator importante na incidência de diversas doenças, como as cardíacas, por exemplo, a redução do cortisol também é importante como prevenção. publicidadeOutros benefícios
O estudo mostrou ainda que a espiritualidade é capaz de reduzir a pressão arterial, a frequência cardíaca e a glicemia. Foi também observada melhora da atividade de memória do cérebro, aumento da autoestima, melhora do sono e ativação de diversas áreas cerebrais. “Ainda percebemos que pacientes terminais podem ter sua sobrevida estendida e sua qualidade de vida melhorada com a espiritualidade”, disse Sílvia.

fonte:http://saude.terra.com.br

 
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